25/02/2018 Número de leitores: 545

Entrevista de DIVALDO FRANCO contra A Ideologia de Gênero

PAULO MONTEIRO Ver Perfil

Essa entrevista, como seria de se esperar, despertou a ira de vários nomes da assim por eles autodenominada corrente “progressista” do espiritismo, que assinou um abaixo assinado que pode ser consultado pelo link abaixo:  

https://jornalggn.com.br/tag/blogs/divaldo-franco

Tal reação nada mais é do que aquela que seria esperada dessas pessoas, já que Divaldo Franco não se limitou a se posicionar, de forma clara e aberta, apenas contra a “Ideologia de Gênero”, mas também contra a penetração cultural do marxismo e das cartilhas gramcistas na sociedade brasileira, e, por se tratar de uma das mais renomadas e influentes personalidades identificadas com o Kardecismo e um dos maiores nomes do movimento espírita brasileiro, o grande médium brasileiro não hesitou em pôr a mão na ferida, sem qualquer subterfúgio, e em mexer com os brios e o orgulho de certas “individualidades” e de trazer à tona certas posturas dentro do movimento espírita que se mantinham convenientemente na obscuridade do anonimato e da omissão.

Uma postura que deve estar na raiz do Manifesto emitido, provavelmente até, por autênticos espíritas, que se auto-intitulam, também “progressistas”, talvez levados por algumas circunstâncias lamentáveis e devastadoras que se iniciaram com os eventos ligados à Revolução de 1964 e que foram maliciosamente exploradas pela militância comunista, induzindo pessoas que simplesmente tinham como motivação a defesa dos mais fracos e desfavorecidos a se identificarem tragicamente com a Ideologia Socialista ou até mesmo com a Marxista, sua coloração mais radical.  Mas, o discurso amoroso e a postura firme de Divaldo Franco, sem dúvida um farol exemplar para todos os simpatizantes ou praticantes do verdadeiro Espiritismo sinaliza inequivocamente que é chegado o momento dessas pessoas iniciarem um processo inverso de “desligamento” dos equívocos alimentados por longos anos e de começar a “separar o trigo do joio”, como se diz em termos bíblicos. Para que, por condicionamento, ilusão ou até por orgulho evitem continuar colaborando com a desgraça e o atraso para si e para os outros. Uma atitude que simplesmente é totalmente adversa aos preceitos do Espiritismo.  Simplesmente isso.

De fato, o ataque frontal e implacável de Divaldo Franco, tratando-se de quem se trata, além de, como se costuma dizer no vulgo, ter desentocado alguns “indecisos”, que até aqui se diziam apartidários, mas se apressaram a divulgar publicamente tal manifesto (e, até manifestação em contrário, quem divulga é porque endossa), tem o condão de poder provocar uma reflexão séria e verdadeiramente aprofundada não apenas para esses cidadãos que se auto-intitulam espíritas “progressistas”, mas, para todos os que escolheram trilhar o caminho da Luz e da Evolução, como é o caso dos que se dizem cristãos e espíritas, em geral.

Pois, em primeiro lugar, tudo leva a crer que o adjetivo “progressista” seja apenas mais um disfarce e um “reluzente” eufemismo, que se junta à coleção de tantos outros epítetos similares que os Marxistas se utilizam para tentar vender o mesmíssimo “pacote” maléfico, já sobejamente identificado e execrado por mentes mais avisadas e para vender deturpações como o Politicamente Correto, o Globalismo e a própria Ideologia de Gêneros, mencionada por Divaldo. Pois a denominação Espírita já diz tudo. É auto-explicativa. Não necessita de outro adjetivo e muito menos admite subdivisões e brechas que visem dar passagem a outras energias que não sejam a da Luz, da Verdade e do verdadeiro Amor.  

Não que ser espírita ou ser cristão implique necessariamente em ser perfeito. Todos nós somos humanos e passíveis de imperfeições, até mesmo Divaldo Franco. Mas que a divergência frontal entre o que significa ser espírita – ou cristão, no sentido puro da palavra – e o que significa ser comunista conduz a uma evidente contradição e, pelo menos, a uma necessária reflexão, isso é inegável; pois revelam as mesmas incompatibilidades abissais e inconciliáveis que saltam à vista e ferem a lógica e o bom senso, quando alguém que se diz cristão se propõe a defender o nazismo.

Pois se, pelo livre-arbítrio a que todos temos direito, é certo e de absoluto foro íntimo pessoal que todos nós temos o direito à imperfeição (espíritas, cristãos, capitalistas, “progressistas”, marxistas ou o que for; o Criador comum a todos nós não lança mão de rótulos para nos diferenciar: basta-Lhe enxergar sua criação), e isso inclui o de fazer o mal a nós próprios, pois em conseqüência cada um de nós recebe o justo preço fixado pela Harmonia Suprema, decorrente de seus atos e de suas escolhas, por outro lado, o direito a fazer ou defender o Mal para os outros, como é o caso comprovado do Comunismo e do Nazismo, NINGUÉM tem. E devem ser combatidos, como bem afirma Divaldo Franco. E não existem dogmas nem religiões à máxima que afirma: “Não faças a teu irmão aquilo que não desejas para ti”, segundo o próprio Cristo.

Portanto, se você que se diz espírita “progressista” acha que suas escolhas e suas crenças só prejudicam a você e a mais ninguém, então vá em frente. Afinal, pelo menos apenas como espírita que se apregoa, você certamente não desconhece as conseqüências de seus equívocos, caso venha a causar prejuízos e desgraças aos outros. E, vamos concordar quanto a isso, você que se apregoa Espírita, alegar desconhecimento ou falta de aviso e de informação, perante a Justiça Divina, não vai colar mesmo.

Como, da mesma forma, aqui mesmo, no campo de batalha terreno, arrumar argumentos rebuscados e inflamados, técnicos e absolutamente irrelevantes para tentar obscurecer ou desqualificar as verdades trazidas à tona pelas palavras ditas por Divaldo Franco, também não vai colar. Porque contra a Verdade e o Bem, mão alguma se levantará.     

E foi para deixar isso bem claro que o Iluminado Divaldo Franco falou e levantou a voz. Simples, direta e cristalina, como costumam ser todas as comunicações desse médium Iluminado. E, ressalve-se, fê-lo apenas em nome dele. Jamais em nome de qualquer Entidade Espírita, ou em nome do Espiritismo. Nem ele jamais se outorgou tal direito. Sua obra e seus feitos em prol à Caridade, à Bondade e à Tolerância, como verdadeiro divulgador do Kardecismo, são mais do que suficientes para falarem por ele.

E, cá pra nós, que “progressista” algum nos ouça: Divaldo Franco não necessita de disfarce algum para atacar o Mal e a Inverdade, e, na verdade, nem necessita que o defendam a ele pessoalmente - algo que de fato não estou fazendo – pois está muitíssimo bem guardado. Apenas tento fazer a minha parte, corroborando suas palavras, como uma humilde homenagem, que é o mínimo a ele devido, e pegando carona em sua ajuda para continuar combatendo o veneno da maldade. E, convenhamos, a figura pessoal de Divaldo Franco representa com inteiro brilhantismo e mérito a beleza da verdadeira Doutrina Espírita, e seu currículo é mais do que suficiente para lhe outorgar qualidades para falar de Moral, Ética e Justiça.

Pois, de fato, foi como ser humano e como brasileiro que Divaldo Franco falou. Volto a repetir: não precisou se apresentar como Espírita para fazê-lo. Seu currículo fala inteiramente por ele. E assim o fazendo, nada mais fez do que dar voz ao sentimento de milhões de cidadãos cansados de ver o mal causado por algumas personalidades encasteladas no Poder governamental. Citando suas próprias palavras, “nos últimos anos, o Poder Central tem feito todos os esforços para se tornar o patrão de uma Sociedade em plena miséria: econômica e moral e os exemplos de algumas dessas personalidades dessa sociedade são tão aviltantes e agressivos que se constituíram legais, porém nunca morais”

No seguimento, Divaldo Franco, provou mais uma vez porque é conhecido como o Paulo de Tarso do Espiritismo, ao condenar abertamente a omissão para apontar com toda a clareza “as muitas aberrações que nós silenciamos”, dizendo o seguinte: “(Nós) os espíritas somos muito omissos; no nome falso e na capa da humildade achamos que tudo está bem. Mas nem tudo está bem. É necessário que nós tenhamos VOZ; o apóstolo Paulo jamais silenciou perante a imoralidade e o crime. E Jesus muito menos. Ele deu a César o que é de César, mas não deixou de dar a Deus o que é de Deus” E continuou, citando  um renomado filósofo “o grande pecado é a omissão. E Kardec nos falou que não era nobre apenas não fazer o mal e que NÃO fazer o bem é um crime muito grande. Então precisamos ser mais audaciosos, definidos, termos opinião”

Divaldo Franco também não hesitou em dar nome aos bois ao dizer com todas as palavras: “a finalidade de determinados comportamentos de alguns de passado muito próximo, é estabelecer o Marxismo no Brasil e a corrupção como princípio ético”. Mais claro e transparente do que isso só pedindo pra desenhar mesmo.

Dentro desse espírito crítico que apontou as muitas deturpações e inversões a que temos presenciado, e que foram trazidas por algumas dessas personalidades ligadas ao Governo, ele citou algumas “Cartilhas do Ministério da Educação depravadas, (feitas) para corromper as crianças e que as escolas estão devolvendo ao Ministério. Que Ministério da Educação é esse? De uma indignidade muito grande: os pais devem vigiar os livros dos seus filhos e naturalmente recusarem. Nós temos o direito de recusar. Nós temos o dever de recusar.” 

E continua, dizendo que “a Doutrina nos ensina que o sexo é livre; livre sim, mas ele não tem a liberdade de indignificar a Sociedade; poderemos sim exercer a função do sexo: é uma função do corpo e também da alma, mas com respeito e a presença do amor. Portanto, a Ideologia do Gênero jamais”.

E, para corroborar suas palavras ele recomenda a audição das palavras ditas pelo Juiz do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Dr. Haroldo Dutra  https://pt.wikipedia.org/wiki/Haroldo_Dutra_Dias, na qual ele se manifesta claramente contra a Ideologia de Gêneros. Não contra qualquer tipo de sexualidade, mas contra a generalização e o distúrbio causados por quem tenta plantar algumas deturpações. Como fica bem claro na entrevista com o Dr. Haroldo Dutra: uma coisa é o direito a sermos o que somos – inclusive no que concerne à identidade sexual de cada um – de acordo com o que é a vontade de nosso Criador comum, e outra bem diferente é tentar impor uma “cartilha” com finalidades escusas, mas que mais pode gerar prejuízos do que qualquer benefício a quem se deixar levar por suas premissas enganadoras.

 https://www.youtube.com/watch?v=5ZRs1jPwzLI 

(Iraci de Campos entrevista Haroldo Dutra)

Como se não bastasse o parecer Jurídico, também o parecer da Medicina veio corroborar as palavras de Divaldo Franco já que o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP), em nota divulgada no dia 16 de fevereiro, entendeu que a saúde mental das crianças e dos adolescentes não pode ser objeto de questões políticas, ideológicas ou de outra ordem, sob pena de causarem confusão mental nesses grupos de risco.

http://www.cremesp.org.br/?siteAcao=NoticiasC&id=4880#.WovAxhLqu28.facebook

Não satisfeito ainda, Divaldo Franco foi mais específico e citou o trabalho do venerando Dr. Sérgio Moro, Presidente da República de Curitiba, dizendo o seguinte: “Todas essas “modificações que estamos vendo graças à República de Curitiba, cujo Presidente é o Dr. Moro, que deve ser o desmudar da hipocrisia e da criminalidade, e o nosso juiz levantou um véu que ocultava crimes hediondos”.

Nada mais fez do que fazer inteira justiça ao patriotismo, à coragem e à hombridade absoluta desse Juiz, venerando sim, em nome do trabalho que vem desenvolvendo na função e na Missão que lhe foram designados. E que foi identificado como “Presidente da República de Curitiba”, porque é dessa forma respeitosa e carinhosa que qualquer cidadão brasileiro simples e comum se refere ao se referir ao trabalho dos elementos ligados à Lava Jato e à sua figura de proa, o Juiz Dr. Sérgio Moro. Ressalve-se que essa é mais uma ironia que deu sentido positivo a um sarcasmo criado na verdade por personalidades ligadas ao Marxismo. Pena que incomode também os “progressistas”. Porque aos Espíritas ela não incomoda mesmo. Veja só como a vida pode ser brincalhona.

Porque o Dr. Moro, para nós, brasileiros, é venerando, SIM, pelo trabalho que vem desenvolvendo, por seu patriotismo e pela imensa dívida de gratidão que todos nós, brasileiros, para com ele temos. E de nada vale tentar denegri-lo pessoalmente com acusações ou vilanias de todas as espécies. Algo que certamente será vedado a Espíritas que seguem a máxima de Cristo: “Atire a primeira pedra quem não tiver pecados”. Por isso, quem quiser que esperneie e continue prestando reverência a bandidos, fazendo o Culto à Personalidade de corruptos e canalhas - esse sim o verdadeiro e condenável Culto à Personalidade - e saia em defesa deles, aberta ou disfarçadamente, mas o cidadão de bem, com certeza a imensa maioria dos 200 e poucos milhões de brasileiros, certamente se levantará em uníssono de suas cadeiras para aplaudir o trabalho do Dr. Moro e agradecer ao maravilhoso médium, Divaldo Franco, pela homenagem prestada ao Dr. Moro e pelo generoso apoio prestado ao Bem Coletivo e à Pátria Brasileira.

Divaldo Franco deixa um recado para todo o povo brasileiro, um recado oportuníssimo, já que estamos em ano de eleições e muito se espera dos resultados desse escrutínio: “Já está na hora de acabar de votar por uma alpercata japonesa; já está na hora de deixar de votar por causa de um emprego que é dado a nossos filhos. Pensarmos na comunidade” 

Previno-lhe, portanto, que cabe aos que ousaram levantar a voz ou assinar Manifestos para atacar Divaldo Franco, como espíritas que apregoam ser, que tentem refletir seriamente sobre suas escolhas, engulam sua arrogância e seu orgulho, e tentem achar pelo menos um pingo mínimo de humildade para respeitar a voz e o currículo de Divaldo Franco e não endossar Manifestos desse teor. É o respeito mínimo que merece esse Ser de Luz a todos nós, meros caminhantes, como eu. Espíritas, ou não!

Quanto aos “progressistas”, ou similares, resta dizer: colega “se coloque”, como dizemos em bom brasileiro! Ter a audácia de pedir a Divaldo Franco - com o currículo de Integridade pessoal e de Solidariedade para com os mais desfavorecidos que ele ostenta - que defenda os direitos dos mais fragilizados socialmente, como ousa apontar o seu Manifesto “progressista”, não é mais orgulho apenas: é SOBERBA mesmo. Quanto a “não alimentar discursos de ódio partidário” como seu Manifesto “progressista” ousa sugerir a Divaldo Franco, só pode ser mais uma HIPOCRISIA sórdida e uma perfídia deslavada. Nada que espante, quando isso parte de marxistas e de comunistas assumidos. Já é comportamento perfeitamente identificado por muitos e catalogado devidamente em qualquer manual básico de sociopatia. Pelos vistos, teremos que nos habituar a engolir essas mesmas hipocrisias de “progressistas”, a partir de agora, também?

Pois, além do mais, qualquer cidadão brasileiro, hoje minimamente informado e não aliciado ou contaminado pelo veneno marxista, sabe que quem tentou e tenta abafar a democracia, instalar o caos social e obstar à regeneração da sociedade, como muito bem apontou Divaldo Franco, não foram outros senão os próprios Partidos Marxistas e seus simpatizantes. Qualquer cidadão brasileiro, hoje minimamente informado e/ou não aliciado ou contaminado pelo veneno marxista, sabe que quem criou e tenta propagar a qualquer custo o verdadeiro ÓDIO neste país, aparelhando o Estado e tentando se apoderar permanentemente do Poder, através de manobras e decisões escusas, como muito bem apontou Divaldo Franco, não foram outros senão os próprios Partidos Marxistas e seus sequazes, colaboradores e simpatizantes.

Qualquer outra argumentação que fuja a essa constatação real daquilo que vem acontecendo no país, desde que os radicais esquerdistas assumiram o Poder no país, não passa de balela, falácias, mistificação e de tentativas maliciosas e pérfidas de tentar camuflar, manipular e inverter a verdade dos fatos.

Estamos, pois, devidamente conversados!

 

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Sua entrevista continua também disponível na íntegra, para consulta no site MENSAGEM ESPÍRITA: 

http://www.mensagemespirita.com.br/divaldo-franco/ad/divaldo-franco-fala-o-que-pensa-sobre-a-ideologia-de-genero 

 

www.cultseraridades.com 

PAULO MONTEIRO