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Henrique Erik Machado
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BIOGRAFIA

Henrique Erik, tem 18 anos, mora em Camocim no Ceará. Define-se como um poeta escasso que trabalha no seu escritório soluto e particular. Gosta muito de música, Atualiza um blog de poesia na internet. Tecladista numa banda religiosa tenta conciliar as artes da melhor forma possível. Com suas inspirações na maior parte do tempo lúgubres e melancólias, sai no mundo para falar dele, com peito aberto à poesia que estiver por perto.

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Eu nasci no dia trinta de setembro de 1996 na cidade de Camocim, no Ceará. Cidade pequena essa, talvez tão pouco conhecida. Talvez nunca tenha ouvido falar nela. Mas cada um tem de nascer em algum lugar, nascer em nenhum lugar seria não existir. Se bem que essa ideia seria bem interessante. Mas gosto do fato de ter nascido aqui. Porque foi neste lugar onde herdei minha educação, meu jeito de ser, minhas influências e, cada um pode dizer o mesmo de sua cidade. Sou de uma família típica do litoral, tenho uma irmã um ano e cinco meses mais nova, meus pais são autônomos e moramos em uma casa pequena afastada do centro da cidade. 

Cresci num ambiente agradável, porém não o perfeito, como em toda convivência em qualquer lugar, o que é de se imaginar normal, onde os costumes hoje estejam sendo perdidos continuam sobrevivendo. Aqui eu estudei o ensino fundamental na escola General Campos e cursei eletromecânica na Escola Profissionalizante. Desde pequeno sou apaixonado por música. Na verdade minha história com ela veio primeiro. Aos oito anos minha mãe me matriculou na escolinha de música N.A.E.C e é uma das descobertas que me faz querer ser melhor e, muitas coisas na minha vida se resumem a ela. 

 

          

 

Neste projeto que aqui se conclui me felicito por demais, sempre foi minha vontade ter algo publicado desde que comecei a realmente ler livros e esta forma me agradou muito, por ter a ideia de reunir alguns de meus textos e fortificar a missão de ampliar conhecimentos e experiências através da leitura, de qualidade. Acredito muito no poder da arte, o jeito como ela pode mudar os pensamentos e o jeito maravilhoso como eles ocorrem na cabeça. É uma loucura que fomenta o conhecimento e a busca por ele. Além de ser uma extraordinária válvula de escape pra que precisa sempre. É fascinante o efeito que pode proporcionar ao leitor desde que esteja em contato. 

Conheço poucos autores da minha cidade onde posso citar um deles, o sonetista Raimundo Bento Sotero, um grande que admiro muito e algumas bandas. Mas sempre tive vontade de escrever um livro. Fascinei-me pela poesia quando tinha os meus treze anos, daí que eu lembre rabisquei algumas palavras, mas nada de importância, eram trabalhos de escola como todo aluno normal faz quando estuda literatura. Nessa idade tudo era brincadeira, claro.


Eu achava muito difícil escrever, tinha de pensar um monte e assim sempre desistia. Meus textos acabavam sempre no lixo, ou meus professores levavam. Nunca mais os via e, também não me preocupava. Eu cresci desde então. Lendo romances, quadrinho, revistas, mas não perdi o gosto pelos livros de poesia. Carlos Drummond de Andrade foi quase meu pai. Escrevi alguns até em sua homenagem mas acabei perdendo. Daí vieram Manuel Bandeira, Castro Alves,  então fui pegando gosto pelo assunto e levando mais a sério o ato de criar algo. Faz muito bem a mente, ao corpo e a própria pessoa. Quem lê está em contato constante com os sentimentos de quem escreveu e interagindo com a história, sofrendo com os personagens acabamos nos tornando pessoas melhores. Essa é a importância da leitura e é algo que eu gostaria de compartilhar com mais pessoas.