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José Pais de Carvalho
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BIOGRAFIA

BIOGRAFIA

José Manuel Pais de Carvalho Martins. Nasci a 02 de Setembro de 1959 em Elvas, uma cidade fronteiriça do Alto Alentejo. Vivi a minha infância,  porém, em outros lugares de Portugal como Pinhel, na Guarda, Serra da Estrela, devido à profissão do meu pai, Manuel Simões de Carvalho Martins, funcionário público. Acabei por estabelecer-me em Sintra com a família dias antes de fazer 10 anos. Filho único, tive uma infância normal. Fiz o liceu e acabei por me formar em Medicina tradicional Chinesa. Aos 24 anos, casei e desse casamento tive 4 filhos, 3 raparigas e 1 rapaz. Hoje estou divorciado.

A ligação com a terra sempre foi muito forte. O meu pai era do norte do país, mais concretamente da Província da Beira Alta e descendente de agricultores, o que me levou a ter o gosto e essa mesma ligação com a terra. Descendo de uma família que vem quase do tempo da fundação de Portugal.

A minha mãe, D. Maria Virgínia Santos e Paes, também funcionária pública,  mulher como todos os habitantes do sul do país de traços árabes,  sempre foi uma mulher que  gostava de aprender, tem o gosto pela leitura e pela musica.

Sou um pouco esse misto, o do homem que espera o ritmo das estações do ano para as coisas acontecerem com o do filósofo  em constante  busca, que tem diversos interesses. Talvez por isso tenha residido no Brasil e conhecido outros países, e outros sistemas filosóficos como o Sufismo, o Hinduísmo, o Budismo, o Taoismo ou até as culturas ancestrais da América do sul e Central.

Escrever faz parte da minha natureza, mas não escrever por escrever, antes demais pela poética, pela maneira como gosto de encadear as ideias e de as transmitir, fruto de uma vivência e não de uma mera construção filosófica, tantas vezes desalojada de qualquer senso da realidade.

Sintra ocupa um papel especial, talvez por ter sido o lugar onde parei, de algum modo criei amizades, onde existe uma história e na adolescência descobri a escrita. Nesta pequena cidade na serra, patrimônio cultural da Humanidade, encontrei uma paisagem de uma  beleza ímpar com a qual minha ancestralidade se conjugou.

Pelo que vivi, reparo que a linguagem é uma expressão de como sou, dos meus caracteres, tendências e consciência. Como e escritor, compartilho com todas as outras pesoas um conjunto de percepções que me permitem dizer que sou um ser humano.

 

A minha escrita é, pois, não a busca de formas de linguagem, mas a expressão de uma outra abordagem no modo de pensarmos, porventura dando ao leitor a possibilidade de olhar para dentro de si construtivamente, compreender a sua emocionalidade, as suas construções mentais e as suas ilusões, consequentemente adquiririndo um maior conhecimento de si próprio. 


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